domingo

Mário Luiz Fernandes

Mário Luiz Fernandes (Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 1964), mais conhecido pela sua alcunha cativante de Carioca, é Repórter e Jornalista. Dono da TV CONDE, que inclui outros sites como o Jornal do Conde, Jacumã Notícias.com, De Mulher para Mulher, Repórter Carioca e PB Litoral.
 Mário Luiz é Técnico em Administração Empresarial e Jornalista por vocação.
Sendo considerado um dos maiores empreendedores e comunicadores do gênero na cidade de Conde - PB.
Foi proprietário da Rádio Nova FM 1015,5 na cidade a onde morava no Rio de Janeiro.
Chegou à cidade de Conde, em maio 2008, participando ativamente da Campanha Eleitoral, do atual prefeito Aluísio Vinagre Régis.
Trouxe em sua bagagem o Projeto de uma TV Comunitária, fez algumas apresentações atravez de um Telão.
Logo após com ajuda do amigo Jairo Silva, desenvolveu o Blog da TV Conde que é sucesso em acessos pelos internautas de todo Mundo.


Hoje a TV Conde é o principal Portal de Notícias da cidade, que informa o povo condense das ações da Prefeitura Municipal de Conde e com outras Notícias da Paraíba, Brasil e do Mundo.  

sábado

Ser Jornalista é...




Ser Jornalista é saber persuadir, seduzir. É hipnotizar informando e informar hipnotizando. É não ter medo de nada nem de ninguém. É aventurar-se no desconhecido, sem saber direito que caminho irá te levar. É desafiar o destino, zombar dos paradigmas e questionar os dogmas. É confiar desconfiando, é ter um pé sempre atrás e a pulga atrás da orelha. É abrir caminho sem pedir permissão, é desbravar mares nunca antes navegado. É nunca esmorecer diante do primeiro não. Nem do segundo, nem do terceiro... nem de nenhum. É saber a hora certa de abrir a boca, e também a hora de ficar calado. É ter o dom da palavra e o dom do silêncio. É procurar onde ninguém pensou, é pensar no que ninguém procurou. É transformar uma  simples caneta em uma arma letal. Ser jornalista não é desconhecer o perigo; é fazer dele um componente a mais para alcançar o objetivo. É estar no Quarto Poder, sabendo que ele pode ser mais importante do que todos os outros três juntos.
Ser jornalista é enfrentar reis, papas, presidentes, líderes, guerrilheiros, terroristas, e até outros jornalistas. É não baixar a cabeça para cara feia, dedo em riste, ameaça de morte. Aliás, ignorar o perigo de morte é a primeira coisa que um jornalista tem que fazer. É um risco iminente, que pode surgir em infinitas situações. É o despertar do ódio e da compaixão. É incendiar uma sociedade inteira, um planeta inteiro. Jornalismo é profissão perigo. É coisa de doido, de maluco beleza. É olhar para a linha tênue entre o bom senso e a loucura e ultrapassar os limites sorrindo, sem pestanejar. É saber que entre um furo e outro de reportagem haverá muitas coisas no caminho. Quanto mais chato melhor o jornalista.
Ser jornalista é ser meio metido a besta mesmo. É ignorar solenemente todo e qualquer escrúpulo. É desnudar-se de pudores. Ética? Sempre, desde que não atrapalhe. A única coisa realmente importante é manter a dignidade. É ser petulante, é ser agressivo. É  fazer das tripas coração pra conseguir uma mísera declaraçãozinha. É apurar, pesquisar, confrontar, cruzar dados. É perseguir as respostas implacavelmente. É lidar com pressão, pressão de todos os lados. É saber que o inimigo de hoje pode ser o aliado de amanhã. E a recíproca é verdadeira. É deixar sentimentos de lado, botar o cérebro na frente do coração. É ser frio, calculista e de preferência kamikaze. É matar um leão por dia, e ainda sair ileso. É ter o sexto sentido mais apurado do que os outros, e saber que é ele quem vai te tirar das enrascadas. Ou te colocar nelas.
Ser jornalista é ser meio ator, meio médico, meio advogado, meio atleta, meio tudo. É até meio jornaleiro, às vezes. Mas, acima de tudo, é orgulhar-se da profissão e saber que, de uma forma ou de outra, todo mundo também gostaria de ser um pouquinho jornalista. Parabéns a nós!

Mário Luiz (carioca) Repórter e Jornalista da TV Conde

As Qualidades de um Jornalista...

Jornalista não fala – informa
Não passeia – viaja a trabalho;
Não conversa – entrevista;
Não faz lanche – almoça em horário incomum;
Não é chato – é crítico;
Não tem olheiras – tem marcas de guerra;
Não se confunde – perde a pauta;
Não esquece de assinar – é anônimo;
Não se acha – ele já é reconhecido;
Não influencia – forma opinião;
Não conta história – reconstrói;
Não omite fatos – edita-os;
Não pensa em trabalho – vive o trabalho;
Não vai à festas – faz cobertura;
Não acha – tem opinião;
Não fofoca – transmite informações inúteis;
Não pára – pausa;
Não mente – equivoca-se;
Não chora – se emociona;
Não some – trabalha em off;
Não lê – busca informação;
Não traz novidade – dá furo de reportagem;
Não tem problema – tem situação;
Não tem muitos amigos – tem muitos contatos;
Não briga – debate;
Não usa carro – mas sim veículo;
Não é esquecido – é eternizado pela crítica;
Jornalista não morre – coloca um ponto final!

Ser Repórter é…


Como já sabem, meu mundo é o jornalismo. Cada vez mais apaixonado, cada vez mais convicto e cada vez mais certo da profissão que escolhi. O mágico de ser repórter é poder vivenciar inúmeras situações e fazer parte da história, não apenas como espectador. Tenho a oportunidade de presenciar acontecimentos, pesquisar e levar a informação às pessoas. E para você entender um pouco desse mundo, compartilho trechos de um texto do jornalista Boanerges Lopes.
“Ser repórter é…
Saber que a reportagem como atividade não existiu ou foi irrelevante em 200 dos 400 anos da história da Imprensa;
Como diz o Zuenir: “Que os outros não me queiram mal, ou não me atirem pedras, mas se todos desaparecessem e só ficasse o repórter, o jornalismo continuaria vivo”;
Se desculpar ao Vinícius, aos editores e redatores, junto com o Clóvis Rossi, mas não deixar de dizer que repórter é fundamental: Certamente a única função pela qual vale a pena ser jornalista;
Poder testemunhar a história de todos os tempos e de cada tempo em si;
Algo paradoxal, pois é ao mesmo tempo a mais fácil e a mais difícil maneira de viver a vida;
Muito mais transpiração do que inspiração;
Entender que suas funções variam diante das situações históricas, econômicas, sociais e políticas;
Compreender que a reportagem é sempre uma ação transitiva e que como sujeito é preciso ao profissional manter contato imediato com todos os sentidos: o olhar, paladar, olfato, tato e a audição de quem não pode ver, gostar, cheirar, tocar e ouvir o acontecimento;
Não ser “repórter”, que segundo Licínio Neto é aquele sujeito pouco criativo que imita estilos de outros;
Ter persistência, curiosidade, tenacidade e interesse pelo que faz – e uma baita aptidão para se envolver com pessoas de todos os níveis e fatos os mais diversos possíveis – de crimes hediondos aos buracos de ruas;
Saber que perguntar não é uma tarefa fácil. E que se a pergunta não for bem formulada pode ofender;
Ser capaz de organizar dados num tempo reduzido e apresentá-los para que o maior número de pessoas possa entendê-los;
Posicionar-se contrariamente aos macaquinhos chineses: ver, ouvir e contar – com enorme competência;
Segundo Audálio Dantas: “Ter uma certa dose de megalomania, na medida suficiente para acreditar na sua capacidade de mudar o mundo”;
Segundo Clóvis Rossi: “Batalhar pela conquista das mentes e corações de seus alvos, leitores, telespectadores ou ouvintes para a causa da justiça social, ingrediente que jamais pode ser dissociado da democracia”;
Apurar e redigir com correção, veracidade, exatidão e credibilidade;
Observar o conselho de Heródoto Barbeiro: “Ser criterioso com as matérias técnicas, pois o excesso de dados pode confundir o ouvinte ou telespectador que não vai ter chance de ouvir a reportagem novamente”;
Não tratar com humor e humilhação o sofrimento das pessoas;
Não julgar os entrevistados nem querer mudar comportamentos;
Batalhar sempre pela verdade, embora muitas vezes não se saiba o que ela é nem onde está;
Participar, se organizar, reivindicar. Bradar sempre: Repórteres, Uni-vos!”

SÃO JORGE, SANTO GUERREIRO!


Oração a São Jorge

  Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.

São Jorge Rogai por Nós.