Em 2013, a Operação Miquéias, da Polícia Federal, investigou
suspeitas de fraude em fundos de pensão municipais e lavagem de
dinheiro. Mais de 20 pessoas foram presas, entre elas Luciane Hoepers,
modelo e consultora financeira.Foi acusada de ser pastinha: segundo a PF, ela visitava prefeitos e oferecia vantagens indevidas para que eles aplicassem em fundos de investimentos suspeitos.
Formada
em administração, pós-graduada em economia e com licença para trabalhar
com valores mobiliários e fundos de investimento, Luciane seria um
diferencial no esquema por causa da beleza.
A modelo e consultora financeira, Luciane Hoepers
- Samuel Melim | CO Assessoria / Divulgação
O caso ainda corre na Justiça. Acusada de corrupção, lavagem de
dinheiro, crime contra o mercado financeiro e formação de quadrilha, a
modelo já depôs três vezes, a última há mais de um ano. Ela estima que
mais de 80 pessoas, incluindo políticos e empresários, ainda serão
ouvidos.
Luciane ficou cinco dias presa em 2013. Desde
então aguarda julgamento, em liberdade. Negou-se a fazer delação
premiada por, diz ela, "não ter nada de interessante para falar". Na
entrevista, nem tentou se defender das acusações: "Não fui culpada nem
inocentada".
Durante a estadia atrás das grades, não teve medo. "A
maioria das mulheres está lá por causa de homem, é muito triste", diz.
"Fomos tratadas como princesas. As presas ficaram curiosas, admiradas".
Junto de Luciane outras modelos foram para a prisão, envolvidas no mesmo
esquema.
O caso deixou Luciane conhecida como "musa do crime". "Lutei contra isso.
Complicou muitos trabalhos." Quatro anos depois, prefere o título de
musa presa da Lava Jato, termo usado para divulgar a edição de agosto da
revista "Sexy", que terá um ensaio nu da modelo.
Ela
vê como positivo aparecer associada à Lava Jato, que diz ter sido
derivada da Miquéias, operação que a investiga. As fotos já divulgadas
da revista mostram referências claras à política, com malas suspeitas e
engravatados sem rosto. Luciane diz se tratar de um "gancho de mídia".
"Não
tenho mais contato com políticos, virei uma pessoa de quem eles fogem,
diz. Fiz muitos amigos políticos e empresários, mas quando você é preso
vira um leproso. Todos ficam com medo de cair também, então cortam contato."
Luciane não pode mais trabalhar na área financeira ou de
investimentos sob a ameaça de voltar para a prisão. A carreira artística
virou sua única opção. "Eu já era modelo antes, mas agora só tenho
isso. Sinto falta de trabalhar com a inteligência porque esse mundo da
moda e beleza é muito fútil. Quero trabalhar com o que estudei, mas faço
com os limões uma limonada."
Apesar de dizer que "ser bonita mais
atrapalha do que ajuda", a modelo turbinou o visual com 14 cirurgias
plásticas, muitas delas no rosto. A diferença em seus traços de 2013
para cá é evidente. "Muita gente faz e não assume. Gosto de falar sobre
isso porque ajudo quem é leigo no assunto e precisa de uma referência
antes de fazer."
Circulou na imprensa que ela teria investido pelo menos R$ 300
mil nas cirurgias, Luciane afirma se tratar de permuta. "Ganho quase
tudo dos profissionais porque divulgo o trabalho deles". Ela tem mais de
meio milhão de seguidores no Instagram.
Carreira na política ela
dispensa. "Já cogitaram eu me candidatar a deputada, mas seria
hipocrisia minha. Não é legal eu estar envolvida em um escândalo e
aparecer de santa."
Já as comparações com Melania Trump, mulher do
presidente dos EUA, Donald Trump, ela aceita bem. "Muita gente diz
isso [que elas se parecem fisicamente] por conta dos olhos claros e dos
traços europeus. Prefiro ser a mulher do político do que o político em
si."
Festa junina foi cancelada por morte de Carlos Henrique Foto: Reprodução
O
eletricista Carlos Henrique Olímpio, de 59 anos, trabalhava na
organização de uma festa caipira no Morro de São Carlos, entre os
bairros do Estácio e do Rio Comprido, na Zona Norte do Rio, quando foi
atingido por uma bala perdida na virilha, na manhã desta sexta-feira. A
festa era organizada por Carlos Henrique há mais de 20 anos e
aconteceria neste sábado na Praça Doutor Roberto, dentro da comunidade,
mas foi cancelada pela família da vítima.
No momento em que foi
atingido, Carlos Henrique estava na praça organizando como seria feita a
venda de bebidas na festa e terminando de pendurar as bandeirolas que
enfeitariam a praça, segundo sua filha, Carina Olímpio, de 29 anos.
—
Eu estava em casa quando tudo aconteceu. Mas, pelo que me contaram, não
deu para saber nem de onde veio o tiro, se foram os policiais ou se
foram os bandidos. Gostaríamos de respostas dos dois lados, queremos
justiça — disse Carina.
Carlos era conhecido por organizar festas juninas Foto: Reprodução A
vítima foi levada ainda com vida para o Hospital Central da Polícia
Militar (HCPM), no Estácio, mas não resistiu ao ferimento. Em protesto
contra a morte, dois ônibus foram incendiados na Rua Itapiru, no bairro
do Catumbi, próximo à favela.
Na internet, vários participantes da
organização da festa junina lamentaram a morte de Carlos Henrique. “Pra
mim, caipira acabou, não danço mais”, relata um morador numa postagem.
Amigos da família contam que a vítima era conhecido na comunidade como
"Mestre Cabeça", por sua atuação em quadrilhas de festas caipiras.
Carlos Eduardo era muito querido na favela Foto: Reprodução — Ele é muito conhecido na região. Ele
sempre organizou a festa tirando dinheiro do próprio bolso. Ele amava
muito o que fazia e contagiava a todos com sua alegria. Era uma pessoa
muito querida entre todos na comunidade — conta o amigo da família
Válber Luís Rosa dos Santos, de 35 anos.
Em nota, a Coordenadoria
de Polícia Pacificadora (CPP) alegou que policiais da UPP São Carlos
foram atacados por traficantes na localidade conhecida como Chuveirinho.
Segundo o comando da unidade, “não houve revide por parte dos
policiais”.
'Usei uma força de expressão, que vazou',
afirma Cássio Cunha Lima em referência a conversa com empresários em que
mencionou que em duas semanas país teria novo presidente.
O vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), afirmou em
entrevista à BBC Brasil nesta sexta-feira que o presidente Michel Temer
(PMDB) deve "demorar mais um pouco" para cair.
Foto: BBCBrasil.com
A um grupo de empresários, o senador tucano havia dito, segundo a coluna Painel, da
Folha de S. Paulo
, que, a depender do processo aberto contra Temer na Câmara dos Deputados, "dentro de 15 dias o país terá um novo presidente".
"Falei que ele cairia em 15 dias em uma reunião com empresários. Usei
uma força de expressão, que vazou. Acho que vai demorar um pouco mais",
disse à BBC Brasil.
O senador citou como um dos principais problemas do presidente a
instabilidade dentro do próprio PMDB. "As dificuldades (de Temer) são
fruto do PMDB, não do PSDB. Se dentro do próprio partido, o presidente
não consegue apoio, a dificuldade dele só aumenta".
Cunha Lima afirma ser favorável ao desembarque do PSDB do governo
Temer. "O PSDB deve ouvir sua bancada na Câmara, ouvir seus deputados, e
não se conformar apenas com quatro ministérios", afirmou.
Mais cedo nesta sexta, Temer comentou a possibilidade de o partido
aliado deixar o governo. "Zero preocupação. O PSDB tem quatro
ministérios, os ministros estão todos trabalhando muito tranquilamente",
disse o presidente em entrevista coletiva em Hamburgo, onde participa
da cúpula do G20.
Na próxima semana, será votada na Comissão de Constituição e Justiça da
Câmara a aceitabilidade da denúncia que o procurador-geral da
República, Rodrigo Janot, fez contra Temer. No documento, Janot acusa o
presidente de corrupção passiva.
Ex-marido da atriz lançou a dúvida sobre a sexualidade de Jonathan Cheban.
Kim Kardashian fez um teste para descobrir se seu amigo, Jonathan Cheban, é gay. Em um dos episódios de seu reality show, a socialite desconfia da sexualidade do amigo e para tirar de vez a dúvida da cabeça, ela simplesmente decidiu trocar de roupa na frente dele pra ver se ele ia dar uma olhadinha. Quem lançou a dúvida foi o então marido de Kim, Kris Humphries, que disse ter certeza de que Jonathan é gay.
Kim, então, disse que nunca conversou sobre a vida particular do amigo e que não tinha certeza se ele é ou não homossexual. Foi então que ela decidiu fazer o teste. "Eu troquei de roupa na frente dele para ver se ele olharia, mas ele não olhou", disse ela, ressaltando depois que isso não comprovava nada e que ele poderia estar apenas sendo educado. Mais tarde, no mesmo episódio, Jonathan saiu com uma garota, provando que é hétero.
São Paulo -
Prestes a lançar o ensaio nu da ex-BBB Renata Dávila, a "Playboy"
divulgou novas fotos da mineira. O ensaio foi inspirado no sete pecados
capitais e traz Renatinha em fotos pra lá de insinuantes.
Renata Dávila na 'Playboy' | Foto: Divulgação
Renatinha mostra o bumbum em foto ousada | Foto: Divulgação
Renata é disputada por três homens | Foto: Divulgação